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23/02/2017 - Novo indicador de reserva financeira mostra que 62% dos brasileiros não guardam dinheiro

Entre os poupadores, média reservada foi de R$ 481. Maior parte busca proteger-se contra doenças e desemprego. Poupança é o principal destino da reserva, mas 20% ainda guardam dinheiro em casa.

 

Em tempos de discussão sobre a reforma das regras de aposentadoria, falar sobre a formação de reservas financeiras torna-se ainda mais urgente. Assim, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) passam a divulgar, mensalmente, os resultados do Indicador de Reserva Financeira. O índice reunirá dados sobre a quantidade de brasileiros que conseguiram guardar ao menos parte dos seus rendimentos e acompanhará a evolução deste hábito. Em janeiro, 62% dos consumidores afirmam não guardar dinheiro e nem possuir uma reserva. Já cerca de 29% guardam apenas o que sobra do orçamento e apenas 7% reservam um valor fixo mês a mês – somando-se os dois percentuais, 36% têm o costume de guardar alguma quantia.

 

 

O indicador mostra que há diferenças entre classes sociais, como esperado: nas classes A e B, os poupadores habituais, independentemente de o valor ser fixo ou não, somaram 58% dos entrevistados; já nas classes C, D e E somaram 30%. Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, o brasileiro não tem o hábito de poupar e, quando poupa, na maioria das vezes a poupança é o que sobra do orçamento, e não algo planejado. “A formação de uma reserva de dinheiro é um tópico fundamental para o equilíbrio das finanças pessoais, mas tende a ser negligenciada por boa parte dos consumidores. A consequência disso é que, se deparados com um acontecimento imprevisto, muitos acabam inadimplentes”, afirma Pellizzaro.

 

46% precisaram usar sua reserva financeira em dezembro

 

Os entrevistados também foram questionados sobre a poupança que fizeram no mês anterior à pesquisa. O indicador mostra que, em dezembro, expressivos 75% não conseguiram reservar nada de sua renda, contra 23% que conseguiram. A diferença entre as classes também aparece aqui: nas classes A e B, o percentual de poupadores foi de 36%, enquanto nas classes C, D e E foi de 19%. Entre os poupadores, guardou-se, em média, a quantia de R$ 480,85 no mês.

 

“É notável que a maioria dos brasileiros não reservou parte de seu dinheiro em dezembro, inclusive quem pertence a classes de alta renda. A crise econômica certamente tem seu papel no resultado da baixa poupança. Com o crescimento do desemprego, o orçamento familiar tornou-se mais apertado e, em alguns casos, insuficiente até para honrar compromissos já assumidos”, explica Pellizzaro. “Também pesa o fato de a renda média do brasileiro que mantiveram seus empregos ainda ser baixa, independentemente da crise.”

 

Segundo o presidente, as menções ao pagamento de contas são claro sintoma do aperto orçamentário das famílias. De acordo com os dados, mesmo entre os poupadores habituais, 46% precisaram dispor de sua reserva financeira em dezembro. Os principais motivos foram o pagamento de dívidas (13%), despesas extras (11%), de contas da casa (12%), imprevistos (4%) e também o consumo (8%).

 

O levantamento ainda mostra que a maior parte dos poupadores busca, ao fazer uma reserva, proteger-se contra imprevistos como doenças, morte de entes (43%) ou mesmo o desemprego (31%). Há também 27% que poupam pensando em garantir um futuro melhor para a família e 24% que poupam com vistas à realização de um sonho de consumo – 23% citam os planos de viajar e 18% mencionam a compra ou quitação da casa.

 

 

A reserva financeira com foco na aposentadoria foi citada apenas por 17% dos entrevistados. “É um percentual bastante baixo, já que estamos considerando apenas a realidade dos poupadores”, indica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “A longo prazo, a falta de preparo cobra seu preço. Sem constituir uma reserva ao longo da vida, muitos idosos são obrigados a rever seu padrão de consumo ou acabam na dependência de terceiros. Em tempos de discussão sobre a reforma das regras de aposentadoria, o tema torna-se ainda mais urgente.”

 

Poupança é o principal destino da reserva, mas 20% ainda guardam dinheiro em casa

 

O indicador revela que o principal destino do dinheiro reservado ainda é a caderneta de poupança, citada por 62% dos entrevistados que fazem reserva. Também chama a atenção o fato de que 20% dos poupadores guardam dinheiro em casa. Os fundos de investimento foram mencionados por 10% e a Previdência Privada por 6%. A lista segue com outras opções de investimento em renda fixa e com a Bolsa de Valores, mas todos citados por menos de 5% desses entrevistados.

 

 

“Como se nota, a carteira de investimento do poupador brasileiro é bastante conservadora. Cultivar o hábito de reservar dinheiro é um passo importante, mas o consumidor deve considerar o retorno financeiro”, aconselha Kawauti. “Se o investidor opta por uma aplicação de menor rendimento quando há outros que oferecem retornos maiores, é como se ele estivesse perdendo dinheiro. Nos últimos anos, quem optou pela poupança, teve parte de seu dinheiro corroído pela inflação ou, no máximo, alcançou um rendimento real muito baixo”, segundo a economista. “No caso de quem manteve o dinheiro em casa, as perdas foram ainda maiores”, conclui.

 

Metodologia

 

A pesquisa abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 801 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

 

Baixe a análise do Indicador de Reserva Financeira no link:

https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos 

 

 

Fonte: http://www.cndl.org.br/categoria/geral/

 

Baixe na integra: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/indice/2546

 

 

 

22/02/2017 - Polícia Civil e a Guarda Municipal receberam uma homenagem da Câmara de Dirigentes Lojistas de Linhares

O café da manhã foi realizado na sede da entidade, no bairro Colina.

Os nossos heróis! Por onde passam são recebidos assim, com carinho e respeito de toda comunidade. Pensando nisso a Câmara de Dirigentes Lojistas de Linhares promoveu na manhã desta quarta-feira (22), um café da manhã em homenagem aos profissionais que tiveram papel essencial na crise de segurança que atinge o Estado do Espírito Santo. Também estiveram presentes no evento o secretário de Segurança e cidadania de Linhares, Coronel Jones da Silva de Freitas Mattos, e o vice-prefeito de Linhares, Paulinho Joaquim do Nascimento, o titular da Delegacia de Crimes Contra a Vida de Linhares, André Jaretta, o presidente do Consel Márcio Roney, além de outras autoridades e comerciantes.

 

Na oportunidade a presidente da instituição, Jhullia Maria Americo Schvambach, ressaltou a importância dos GMs para que a vida dos Linharenses voltasse ao normal diante a paralisação das atividades da Polícia Militar. "Essa homenagem é muito pequena comparada aos serviços prestados por nossa Guarda e Agentes de trânsito. Eles, juntos a Polícia Civil e ao Corpo de Bombeiros, fizeram além de suas designações em busca do bem comum. Promoveram um verdadeiro exemplo de cidadania. O comércio esteve protegido", destaca Jhullia.

 

"A Secretaria Municipal de Cidadania e Segurança Pública trabalha em favor da população e tem o intuito de proteger, prevenindo e controlando manifestações da criminalidade e da violência. Não poderíamos nos omitir. Fomos para as ruas e conseguimos com muita competência um feito do qual muito nos orgulhamos. A Guarda tem a sua força e a Prefeitura numa união de secretarias manteve os serviços públicos em atividade", destacou o secretário de Segurança Pública, Coronel Jones da Silva de Freitas Mattos.

 

Quem também garantiu elogios aos nossos homens e mulheres da Guarda foi o vice-prefeito de Linhares, Paulinho da Panan, que na oportunidade parabenizou e reafirmou a continuidade dos trabalhos. "Sem a nossa Guarda Municipal seria impossível restabelecer a ordem e garantir a segurança dos nossos cidadãos. Devemos o funcionamento de nossa cidade a cada um deles. Agora é manter a continuidade aos serviços", finalizou.

 

 

Lembrando que em caso de ocorrência, a Guarda Municipal de Linhares disponibiliza o telefone 153 para atender a comunidade.  

 

Fonte: http://www.linhares.es.gov.br/Noticias/Noticias.aspx?id=6609

08/02/2017 - 3 regras simples para um atendimento excepcional ao cliente

Atendimento ao cliente é um grande desafio para todas as empresas, de quaisquer tamanhos e segmentos de atuação.

Dúvida do leitor: o que posso fazer para dar o melhor atendimento ao meu cliente, de uma forma diferente e agradável?

 

Atendimento ao cliente é um grande desafio para todas as empresas, de quaisquer tamanhos e segmentos de atuação. O sucesso e perenidade das organizações em seus mercados têm nesse atendimento o seu fator crítico.

 

Você menciona uma “forma diferente e agradável”. Esses adjetivos remetem a um conceito que representa uma evolução no entendimento do que seja atenção ao cliente: a “experiência do cliente”. Associado a essa experiência, existe também o conceito da “jornada do cliente”.

 

A jornada do cliente é caminho ou caminhos que seu cliente percorre durante o relacionamento com você. Reflete, em última instância, qual o comportamento que ele demonstra no dia a dia das interações com sua empresa. Como ele compra qual o canal, como ele usa seus serviços e como ele fala com você quando precisa de ajuda, por exemplo.

 

A experiência do seu cliente nessas atividades e nos diferentes canais tem sido entendida como fundamental para manutenção do interesse dele na sua empresa, durante a sua jornada.

 

Assim, se você deseja que seu cliente tenha uma experiência diferente e agradável em sua jornada com você, a recomendação é que evite presumir o que é diferente e agradável para seu cliente e procure entender o que ele espera de sua empresa e ofereça isso a ele.

 

Você será diferente e agradável sempre que, no entender do seu cliente, atender às suas expectativas.

 

1. Não generalize seus clientes

A segunda recomendação aqui é não generalizar. As expectativas do cliente variam quase sempre de grupo para grupo de clientes, assim como conceitos e posturas. Assim, tome muito cuidado para entender os grupos e prover experiências adequadas a cada um deles.

 

2. Tenha um produto compatível com a experiência oferecida

Em empresas que desenvolvem seus produtos e serviços, as premissas e processos para a experiência de clientes devem estar no topo do próprio processo de desenvolvimento.

 

Dessa forma, os pré-requisitos para a construção desta experiência estão presentes desde a própria concepção do produto. Dificilmente você poderá fornecer uma boa experiência a seu cliente se o seu produto não for compatível com ela.

 

3. Bom atendimento não é raridade: é costume

A terceira recomendação é não considerar em nenhuma hipótese o atendimento ou experiência do cliente como um diferencial. São pontos necessários para que um negócio possa se desenvolver nos dias de hoje.

 

Em qualquer segmento, seja qual o produto ou serviço que você pretenda fornecer, a garantia da boa experiência de seu cliente deve estar presente em toda sua jornada.

 

 

O cliente de hoje compara experiências. Ele busca a melhor. Quem não se preocupa com isso estará fora do mercado em pouquíssimo tempo.


Fonte: http://exame.abril.com.br/

 


Baixa na integra: http://www.cndl.org.br/categoria/geral

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

31/01/2017 - Carro, viagens e faculdade são principais itens que os jovens desejam mas não compram por falta de crédito.

77% dos jovens já se arrependeram ao comprar o que não precisavam. Para economizar, 86% fazem pesquisa de preço e controle do celular.

 

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) sobre o consumo e utilização responsável de crédito e dinheiro pela juventude mostra que os itens de maior demanda de consumo para os próximos três meses são roupas (62%), calçados (48%) e cosméticos ou perfumes (44%). Entre os itens que os jovens desejam comprar, mas não podem por falta de crédito que facilite a aquisição estão: carro e moto (35%), viagens (26%), faculdade (22%, aumentando para 26% entre as classes C, D e E) e celular ou smartphone (18%).

 

Entre os itens mais caros, as preferências para os próximos 12 meses são smartphones (36%), viagens (34%, com destaque para as classes A e B), e carro ou moto (30%).

Gastos relacionados a educação estão nos planos de poucos jovens: 9% querem fazer intercâmbio ou curso de línguas fora do país (com esse número subindo para 17% nas classes A e B) e 8% planejam uma pós-graduação ou MBA. Para Marcela Kawauti, o baixo índice de jovens interessados em investir na formação acadêmica preocupa. “Com o mercado de trabalho cada vez mais exigente, o jovem deveria encarar a educação como um investimento e priorizar esse tipo de gasto ao invés de outros itens de consumo que poderiam ser adiados. O jovem precisa trabalhar para sobreviver e, às vezes, a educação fica em segundo plano. É uma questão de prioridade e que foi mais agravada pela recessão que o país atravessa”, avalia.

 

Dentre os que planejam alguma compra de grande valor para os próximos 12 meses, 60% afirmam ter reservas financeiras para esta finalidade, sendo que 31% vão continuar guardando para comprar à vista. Dos que não possuem reserva (40%), metade diz que vai fazer bicos para conseguir juntar o dinheiro, principalmente nas classes C, D e E (24%). Somente 3% não pretendem adquirir algum item mais caro.

 

Maioria dos jovens brasileiros já se arrependeu ao comprar o que não precisava

A pesquisa demonstra que a maioria dos jovens brasileiros é impulsiva na hora da compra: 77% já se arrependeram ao comprar o que não precisavam. Além disso, o estudo revela que o consumo é valorizado pela maioria dos jovens, sendo que 86% afirmam que comprar aquilo que querem é uma das grandes alegrias da vida e três em cada quatro (75%) dizem que o objetivo na vida é trabalhar muito para poder adquirir bens como carro, celular, roupas, entre outros.

 

Por mais que 79% digam não se importar com marcas na hora da compra, mas sim com a qualidade do produto, quatro em cada dez jovens afirmam que os bens que a pessoa possui mostram seu estilo, personalidade e valores (38%), e 36% também valorizam quando a pessoa chama atenção por onde passa por conta de estilo de vida e coisas que possuem.

 

Em alguns casos, o consumismo gera comportamentos inadequados, como brigar com parentes pela forma como gastam seu dinheiro (23%) e deixar de pagar contas para adquirir um item desejado (19%). Segundo Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, o jovem deve ficar atento aos seus hábitos financeiros para não ter problemas no futuro. “É importante que o jovem identifique e elimine desde cedo atitudes da sua vida financeira que possam trazer endividamento, atrasar e até mesmo inviabilizar a realização de sonhos importantes”, afirma Kawauti. “A pessoa pode aproveitar a vida, fazer uma grande viagem e financiar os estudos, desde que definam quais são as prioridades. A partir de então, é importante disciplina para atingir um objetivo de cada vez e evitar fazer compras não planejadas, que podem atrasar a realização do sonho”, completa.

 

Jovens buscam economizar por meio de pesquisa de preço e controle de telefonia celular

Ainda que os jovens não tenham problema em admitir o gosto pelo consumo, a maioria dos entrevistados (86%) garante que sempre pesquisa antes de fazer alguma compra e 62% sempre pedem descontos. Também visando gastar menos, 75% dos jovens controlam a conta do telefone mês a mês e 75% falam ao celular apenas o necessário. Já 73% preferem conversar por mensagens ou aplicativos para economizar.

 

O planejamento de compras faz parte da rotina de uma quantidade significativa dos entrevistados: 82% se planejam para compras do dia a dia e 77% para as compras de produtos mais caros e 79% se preparam e sabem exatamente quanto têm para gastar. Para não comprometer o rendimento mensal, 67% afirmam evitar fazer compras parceladas.

 

 

Por mais que a maioria dos jovens saiba o quefazer para economizar, isso não significa que as boas práticas financeiras sejam, de fato, praticadas por todos, dado que 41% preferem parcelar a compra mesmo quando o valor não é muito alto para poder comprar mais; 33% admitem comprar mais do que o planejado, 32% cedem aos impulsos quando querem muito algo, 32% gastam mais do que o planejado para comprar produtos que mostram seu estilo e personalidade, 31% acreditam que vale a pena fazer uma dívida para comprar uma roupa que os façam sentir especiais, e 29% ás vezes perdem a noção do quanto podem gastar em um balada e extrapolam o orçamento.

 

Fonte: http://www.cndl.org.br/categoria/geral/


Baixar na integra: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/noticias

 

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